O mato queimado ondulava sob o vento forte, ladeando a estrada de terra que ligava a varanda larga ao horizonte verde escuro. A casa de madeira rangia junto com a velha cadeira de balanço; um sujeito respirava com dificuldade, no ritmo do movimento suave da cadeira. Olhos transparentes, fixos e atentos.
Um segundo homem, ligeiramente mais novo, saiu pela porta aberta. Sua voz era o motor de um carro velho.
"Tem certeza?"
O outro nada respondeu, piscou lentamente e abaixou um pouco o queixo.
Levantou-se pesadamente, inspirando, rouco. Enquanto os dois atravessavam a varanda, as botas batendo contra a escada de tábuas tortas, a poeira fina caía das suas camisas amassadas.
O sol estava baixo e vermelho sangue quando sumiram no horizonte, a passo firme.
Um segundo homem, ligeiramente mais novo, saiu pela porta aberta. Sua voz era o motor de um carro velho.
"Tem certeza?"
O outro nada respondeu, piscou lentamente e abaixou um pouco o queixo.
Levantou-se pesadamente, inspirando, rouco. Enquanto os dois atravessavam a varanda, as botas batendo contra a escada de tábuas tortas, a poeira fina caía das suas camisas amassadas.
O sol estava baixo e vermelho sangue quando sumiram no horizonte, a passo firme.